Decisão do STF mantém prefeita Lili Aymar afastada do cargo
Decisão do STF mantém prefeita afastada do cargo em Araçariguama
Decisão do STF mantém prefeita afastada do cargo em Araçariguama

11 de Março de 2020 - 13h49
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve afastada do cargo a prefeita de Araçariguama, Lili Aymar. A informação foi divulgada neste sábado (29) e, segundo o documento, o prazo é de seis meses a partir da data da decisão do afastamento, em 18 de outubro de 2019.

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, negou o pedido da defesa da prefeita para que ela voltasse ao cargo, do qual foi afastada por improbidade administrativa. O pedido foi feito pelo Ministério Público, que alegou que o marido dela, Carlos Aymar, era quem realmente administrava a cidade. Desde então, o vice-prefeito João Batista Júnior, o "Joca", passou a assumir o cargo.

Desde o dia do afastamento, a Justiça negou dois pedidos da defesa da prefeita para voltar ao cargo. O último foi em 4 de dezembro. Carlos Aymar foi preso dias antes do afastamento de Lili, em 14 de outubro, suspeito de receber dinheiro de propina para liberar a construção de um conjunto habitacional. O secretário de gabinete, Israel Pereira da Silva, também foi preso por suposta participação no esquema. Os dois estão presos em Tremembé.

Afastamento

O documento que pediu o afastamento tem como base do artigo 20 da Lei Federal n.8429/92, que diz respeito à improbidade administrativa. Segundo o texto, Lili Aymar permitiu e autorizou que seu marido, mesmo sem qualquer nomeação para cargo em comissão, tivesse um espaço no prédio da prefeitura. Em nota, a prefeitura informou que o ex-prefeito não tinha e nunca teve sala exclusiva na sede.



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