Deputado Cezar enaltece tratamento contra o câncer na USP
Conhecida como terapia de células CAR-T, a técnica foi usada para tratar um caso avançado de linfoma
Conhecida como terapia de células CAR-T, a técnica foi usada para tratar um caso avançado de linfoma

18 de Novembro de 2019 - 09h33
O deputado estadual Cezar (PSDB) participou de uma audiência com o secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germano Ferreira, na sede da Pasta, em São Paulo. Interlocutor entre o Estado e cidades da Região Metropolitana Oeste, o parlamentar enalteceu as ações de integrantes do Centro de Terapia Celular (CTC) da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, num tratamento inovador contra o câncer, feito com células reprogramadas do próprio paciente e testado pela primeira vez na América Latina.

“Esta é uma boa notícia no combate ao câncer, no estado de São Paulo. Parabéns Dr. José Henrique Germann, secretário de Saúde do Estado, o secretário nº 1 de João Doria, nosso governador. Gratidão a todos os envolvidos nesse tratamento inovador contra o câncer”, disse o deputado Cezar.

Conhecida como terapia de células CAR-T, a técnica foi usada para tratar um caso avançado de linfoma difuso de grandes células B, o tipo mais comum de linfoma não Hodgkin, doença que afeta as células do sistema linfático. O paciente, de 63 anos, já havia sido submetido sem sucesso a várias linhas diferentes de quimioterapia desde 2017.

A terapia de células CAR-T foi desenvolvida inicialmente nos Estados Unidos, onde é oferecida por dois laboratórios farmacêuticos a um custo de US$ 400 mil, sem considerar os gastos com internação. Já a metodologia desenvolvida no CTC tem custo aproximado de R$ 150 mil, que pode se tornar ainda mais baixo se o tratamento passar a ser oferecido em larga escala.

“A terapia celular existe nos países desenvolvidos ainda em baixa escala e, agora, nós também estamos neste time de pioneirismo”, disse o secretário Germann enaltecendo o trabalho de pesquisa realizado sob a coordenação do Dr. Prof. Dimas Covas.

O primeiro paciente foi atendido, em Ribeirão Preto, pela equipe do CTC e do Hemocentro do Hospital das Clínicas na modalidade de tratamento compassivo, que permite o uso de terapias ainda não aprovadas no Brasil em casos graves sem outra opção disponível.




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