Áudios da Conmebol confirmam que ainda falta critério no VAR
Árbitros não precisavam ser chamados para conferir lances na cabine
Árbitros não precisavam ser chamados para conferir lances na cabine, mas tornar público algumas conversas entre membros

2 de Setembro de 2019 - 09h46
A divulgação dos áudios e imagens da cabine do VAR na Libertadores é uma iniciativa digna de aplausos. Vai ajudar a desmistificar muitos dos fantasmas que os clubes e torcedores criam sobre favorecimento a determinados times e países.

Desde que iniciou esse processo do VAR em 2016, mesmo ainda sendo árbitro, defendo a divulgação dos áudios não apenas para dar transparência absoluta às decisões da arbitragem, mas porque entendo que o futebol é, também, entretenimento. Então, parabenizo a Conmebol pela iniciativa exemplar.

Agora, vamos à análise dos áudios divulgados dos confrontos entre times brasileiros. Foram duas situações analisadas que comprovam que ainda é necessário aprimorar o critério de intervenção do VAR na América do Sul tanto quanto no Brasil.

Já no final do jogo entre Palmeiras e Grêmio, o árbitro é chamado pelo VAR para rever um contato da bola com a mão do defensor do Grêmio dentro da sua área penal. O árbitro informa que pegou na mão do atacante, mas as imagens mostram claramente que foi do defensor. O VAR informa ao árbitro que a mão é do defensor gremista mas que está colada ao corpo. Portanto, pelas regras do jogo, que tanto o árbitro quanto o VAR conhecem.



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