João Doria inicia construção do novo Hospital da Mulher
Com investimento de R$ 307 milhões, obras no Pérola Byington vão ampliar o atendimento ao público
Do total investido, R$ 184 milhões são provenientes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)

15 de Agosto de 2019 - 20h09
O Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o Secretário da Saúde, José Henrique Germann Ferreira, deram início na terça-feira (13) às obras do novo Hospital Pérola Byington, especializado na Saúde da Mulher, que será construído na região da Nova Luz, no Centro de São Paulo. Anunciada em 2013, a obra começou após serem resolvidos todos os entraves burocráticos que retardaram por anos a construção do Hospital, que terá apoio do Prefeito da capital, Bruno Covas, que participou do evento.

“Esta unidade hospitalar do Pérola Byington era um sonho nosso, meu e do Bruno [Covas]. Aliás, justiça seja feita, também do governador Geraldo Alckmin, assim como do [ex-Secretário da Saúde] David Uip. As circunstâncias, às vezes, dificultam que o prazo que nós todos desejamos possa ser cumprido na velocidade que queremos. Este novo prédio vai trazer também revitalização para toda esta região. Não é só a questão da saúde, é a recuperação da Nova Luz”, afirmou Doria.

O novo hospital terá investimento total de R$ 307 milhões e, além de ampliar a capacidade de atendimento em comparação ao atual Centro de Referência da Saúde da Mulher. A área construída será de 44,4 mil m², com previsão de execução em até 36 meses. O Hospital irá oferecer 162 leitos SUS, sendo 10 de UTI. O prédio terá um Centro de Diagnósticos 60% maior em relação ao atual, 14 salas de centro cirúrgico e seis salas de cirurgia ambulatorial.

Especialidades

Referência em atendimento ginecológico, oncológico e às vítimas de violência sexual, o novo Pérola Byington terá ainda áreas de medicina nuclear e tratamento de radioterapia para mulheres com câncer. Estima-se aumento de 160% no número de cirurgias oncológicas e endoscopias, chegando a 5,2 mil procedimentos, o que colocará o novo hospital como o maior serviço público nacional de atenção a pacientes com endometriose. A capacidade de atendimento ambulatorial também crescerá, saltando de 8 mil para 12,6 mil atendimentos.




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