Orar e trabalhar
“Conta-se que o sol nunca nascia na China sem encontrá-lo de joelhos”
“Conta-se que o sol nunca nascia na China sem encontrá-lo de joelhos”

21 de Setembro de 2018 - 22h14
Anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! (1 Coríntios 9:16). As missões cristãs mais eficazes foram cumpridas por homens e mulheres que sempre usavam primeiramente os joelhos em oração e depois os pés no trabalho. O evangelismo sem oração promove o secularismo estéril, e a oração sem evangelismo leva ao formalismo egoísta. James Hudson Taylor (1832-1902) nasceu em Barnsley, Inglaterra, no dia 21 de maio de 1832, em um lar cristão. Quando adolescente, porém, ele se tornou cético e mundano. Certo dia, sua mãe decidiu orar por ele até se convencer de que suas preces seriam atendidas.

Hudson teve uma extraordinária experiência de conversão e resolveu se tornar missionário na China. Logo começou a estudar mandarim, grego, hebraico e latim. Com o auxílio da Sociedade de Evangelização Chinesa, adquiriu capacitação médica em um hospital em Londres. Em 19 de setembro de 1853, aos 21 anos de idade, Hudson partiu de Liverpool no navio Dumfries e chegou a Xangai, China, no dia 1o de março de 1854. Em 1865, Hudson Taylor fundou a Missão China Continental com a premissa de que nunca pediria recursos de doadores, mas simplesmente confiaria em Deus, que supriria suas necessidades.

No livro China: Its Spiritual Need and Claims (China: Suas Necessidades e Seus Clamores Espirituais), Taylor declarou: “Será que todos os cristãos da Inglaterra são capazes de ficar de braços cruzados enquanto essas multidões [na China] estão perecendo por falta de conhecimento, justamente o conhecimento que a Inglaterra possui tão ricamente e que transformou o país naquilo que ele é e nos tornou quem somos? O que o Mestre nos ensina? Não é que, se uma ovelha de cem se perder, devemos deixar as 99 e buscar aquela única? Mas aqui as proporções são quase invertidas e permanecemos em casa com uma ovelha, sem atentar para as 99 que estão perecendo”!

Hudson Taylor dedicou 51 anos de sua vida como missionário na China. Havia paixão e urgência em tudo aquilo que ele fazia. Conta-se que o sol nunca nascia na China sem encontrá-lo de joelhos. Quando morreu, deixou 205 postos missionários, 849 missionários e 125 mil cristãos chineses. Não importa onde estamos servindo ao Senhor, devemos nos encher da mesma paixão pelas almas e determinação missionária que caracterizaram Hudson Taylor!

Que por amor a Ele, possamos fazer a obra que nos foi confiado: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém” (Mateus 28:18-20).




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